quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Rádio Corporativa

Como uma forma de melhorar a interação com o seu público interno, as empresas buscam, cada vez mais, inovação em seus veículos de comunicação. Pensando nisso, algumas empresas utilizam como veículo comunicacional as rádios internas (ou rádios corporativas), que possuem o som devidamente projetado de forma que se adeque ao ambiente interno da empresa, onde é reforçada a sua marca, vinhetas específicas e programação totalmente voltada para o público alvo.  No ano de 2011, foi realizada uma pesquisa pela ABERJE (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial) que mostrou que o veículo está em 3% das 164 maiores empresas do país. 

Com informações úteis referentes a assuntos gerais, as rádios podem ainda repassar questões focadas em assuntos específicos como prevenção de acidentes, saúde, dúvidas e curiosidades, por exemplo, e também funcionam como forma de entretenimento dos funcionários durante o período de trabalho sintonizando músicas.  A ferramenta pode ser utilizada via internet ou em um ambiente onde haja circulação de pessoas que não possuam acesso a computadores, sendo assim, cada empresa consegue adaptar o veículo de forma que atenda e atinja seu público de forma geral.  

A rádio corporativa é de fácil veiculação e pode auxiliar a aproximação de seus funcionários com a empresa, uma vez que a programação pode ser sugerida por eles mesmos, resultando assim em melhora de autoestima da equipe, sentimento de valorização, etc. De acordo com Tavares (2009, p. 270),  “Dependendo da  empresa e das estruturas dos departamentos, a rádio interna é um excelente canal de comunicação. Além de entreter, passa informações relevantes para os funcionários de maneira rápida.”

Temos como exemplo de utilização da Rádio Corporativa a Viapar, Rodovias Integradas do Paraná, empresa que entendeu a importância desse veículo e o integrou em seu planejamento de Comunicação Institucional.

A VIAPAR tinha como maior desafio a criação de um canal de comunicação eficiente que atendesse todos os seus funcionários (ficam nas praças de pedágio e nas bases operacionais em turnos de 6 horas, numa operação de 24 horas por 7 dias). 

Foi investido R$ 17 mil reais em hardware e software. Com transmissão via fibra óptica para todas as suas localidades, o estúdio da rádio foi instalado na própria sede da VIAPAR. Com funcionamento de 24 horas, foi possível diminuir distâncias e promover agilidade na transmissão da informação. A programação conta com sessões de “Fale com a Diretoria” - onde os funcionários enviam perguntas para serem respondidas pelos executivos da empresa; “Política da Empresa” – onde são divulgadas orientações importantes; pedidos de músicas, resumos de novelas e etc. Os funcionários, ainda, podem gravar vinheta e mandar recados. A rádio tornou-se um canal de comunicação direta da diretoria com os funcionários. 

O projeto da Rádio corporativa da VIAPAR tornou-se uma referência, virando notícias em revistas famosas (Você SA e Exame) e alguns noticiários televisivos (Rederecord), e foi ainda premiado pela ABERJE 

Por: Lara Moretti


Refêrencias:

WORDPRESS
http://comunicacaonasempresas.wordpress.com/page/2/

A QUINTA ONDA
http://aquintaonda.blogspot.com.br/2009/03/quinta-onda.html

EXPRESSÃO RP - WORDPRESS
http://expressaorp.wordpress.com/2011/06/29/radio-corporativa-a-voz-dentro-das-organizacoes-2/

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

A importância da Comunicação face a face

Atualmente, contamos com diversos veículos e tecnologias para nos apoiar na Comunicação Interna: email marketing, revistas, jornais, murais, campanhas, TV Corporativa, entre outros. Contudo, no meio de tanta inovação não podemos esquecer o mais eficiente e poderoso veículo de comunicação: a comunicação face a face.

Já falamos no blog desse tipo de comunicação, contudo, como é uma ferramenta muito importante, vamos detalhar mais. É comprovado que essa Comunicação é a mais eficaz, porque acaba sendo aquela que é melhor entendida pelos funcionários. Uma pesquisa realizada nos EUA, Inglaterra e Canadá pelo IABC (International Association of Business Comunicators) com cerca de 15 mil funcionários de mais de 70 empresas, revelou que eles valorizam a comunicação face a face acima de qualquer outro canal, principalmente quando ela parte de seu próprio superior. Além disso, a pesquisa mostra que o chefe é considerado a principal fonte de informações da empresa. Indagados sobre como preferem receber as informações da empresa, a maioria esmagadora prefere a comunicação face a face, seguida pelos meios impressos.

T.J. Larkin, grande estudioso da área de Comunicação Interna, frisa que os outros veículos possuem sua importância. Certas informações podem (e devem) ser repassadas de outra forma pois cada ferramenta possui sua relevância e serve para cada situação. Contudo, informações mais delicadas e que exijam uma mudança de postura devem ser conversadas pessoalmente. Ele exemplifica o caso da General Motors, em que os funcionários tinham que trocar uma ferramenta que utilizavam porque causava muitos acidentes. Depois de diversas tentativas de comunicação por veículos impressos, a postura só de fato mudou depois que os chefes foram conscientizados e estimulados a conversar com sua equipe a usar o novo equipamento.

Além disso, de acordo com Fabio Betti Salgado o gestor deve ser o agente efetivo na hora de transmitir mensagens á sua equipe, mas é importante que a área de comunicação o assessore e dê o norte a respeito da melhor forma de conversar com seus funcionários e quais assuntos devem ser tratados. 

É notável que cada vez mais as empresas percebem a importância e valorizam a comunicação face a face: o número de eventos e reuniões nas grandes empresas que possuem esse objetivo é crescente. A tendência é que essa percepção continue aumentando, e a comunicação face a face seja utilizada no dia a dia com naturalidade, contribuindo para a valorização e entendimento da Comunicação Interna.

Por: Aline Saito

Referências
PRADO, Elisa. Uma experiência diferente em comunicação interna. <http://www.aberje.com.br/acervo_colunas_ver.asp?ID_COLUNA=80&ID_COLUNISTA=8> Acesso em 15/08.
Face a face, a melhor forma de se comunicar. <http://www.aberje.com.br/revista/4_2005/entrevista.pdf> Acesso em 15/08.
Fabio Betti fala em comunicação face-a-face no processo de transformação organizacional. <http://www.aberje.com.br/acervo_not_ver.asp?ID_NOTICIA=8794> Acesso em 16/08

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Case Pirelli


Vamos pontuar a importância da comunicação interna dentro de uma organização apresentando um case de sucesso da Pirelli, que conseguiu reverter um problema de comunicação interna com ações adequadas.

A Pirelli é a quinta maior empresa do mundo no mercado de pneus, e no Brasil possui 5 fábricas: três em São Paulo, uma no Rio Grande do Sul e uma na Bahia, totalizando 9.500 funcionários, sendo que a maior parte trabalha na área de produção.

A partir de pesquisas de clima organizacional foram constatadas quedas nos critérios de avaliação da comunicação, baixa adesão dos funcionários aos veículos internos e descrença em relação ao discurso da empresa.

A agência Ketchum foi contratada para reestruturar a comunicação interna, desenvolvendo um trabalho baseado na mudança da cultura organizacional. Primeiramente, foi desenvolvida uma auditoria de opinião para identificar os pontos negativos e positivos, expectativas sobre os veículos utilizados, cultura interna e ambiente.

A pesquisa apontou que 63% do público interno consideravam a comunicação interna negativa e neutra - somente 34% considerava positiva. Entre os principais pontos negativos estavam a falta de transparência, ausência de processos definidos, falta de clareza nas mensagens transmitidas e grande influência da rádio peão em todos os níveis hierárquicos.
Assim, desenvolveram quatro pilares estratégicos de sustentação da comunicação interna, que foram: mudança da cultura de comunicação, criação de processos para organizar o dia a dia, adequação da estrutura da área de comunicação interna e melhorias nos canais de comunicação.

A implantação em todas as unidades da Pirelli foi realizada em dois meses. Foi criada uma campanha para o lançamento deste processo: ''Comunica Pirelli - A Pirelli mais perto de você''. A campanha se transformou na identificação da área de comunicação interna e atingiu todos os funcionários com diversas peças de divulgação espalhadas pelas fábricas, que traziam anda as mensagem ''A nossa nova comunicação você vai querer ver, ouvir e participar'' e ''O momento chegou e as novidades também.''

Posteriormente, as pesquisas refeitas apontaram uma avaliação positiva de 80%, além da ótima aceitação dos novos veículos internos.

Segundo Kunsch (2003), a comunicação interna deve promover a abertura comunicacional, além de proporcionar um ambiente de trabalho que possibilite a integração entre funcionários e setores. Para isso, as organizações não podem negligenciar os fluxos e redes de comunicação, ao contrário, devem ter ciência que existem e analisá-los. Um dos fatores que contribuiu para as avaliações negativas da Pirelli é que os canais da empresa não supriam a demanda e necessidades dos funcionários. Isso fez com que eles se apegassem muito mais a outras formas de comunicação extra-oficiais.

Para concluir, vale lembrar que a comunicação informal não é uma vilã em todos os casos e pode ser muito benéfica como forma de reforçar as mensagens oficiais.

Por: Juliana Zanella

Referências
http://conferp.org.br/wp-content/uploads/2009/06/pop2008pirellicase.pdf

sábado, 29 de junho de 2013

Valorizando a contribuição dos "cabelos brancos"

Inovação. Criatividade. Tecnologia. A geração da agilidade tem várias vantagens e traz às organizações um olhar com várias perspectivas e novas soluções.

Porém não é só de inovação que uma organização é solidificada. ''Cabelos brancos'' também fazem a diferença, pois carregam consigo uma história institucional, conhecimento prático e, é claro, a experiência de quem já viveu diversas situações. Valorizar essas características é mais do que pensar em uma campanha de engajamento, é demonstrar respeito aos diversos públicos internos – da geração Y à geração A – e reconhecer a dedicação à razão de ser do negócio.

O reconhecimento aos veteranos envolve várias “sensações” e sentimentos que podem ser valorizados. No caso d'O Boticário, foram escolhidos três: Recordar, Celebrar e Dividir.

O Programa de Reconhecimento Boticário, iniciado em 2010, passou a presentear os veteranos por meio de seus gestores com uma Caixa Temática trazendo itens associados a essas sensações.
A caixa, que se transforma porta-retrato, é dividida em três partes:
1º Porta-retrato e vários Bombons para degustar (Recordar).
2º Petiscos para compartilhar (Dividir).
3º Mini-Champagne e 2 Taças (Celebrar).

A segunda fase do programa é a estilização de sacolas, tags e crachás para esses veteranos – cada pessoa com um layout exclusivo, de acordo com o tempo de casa.

A terceira etapa são as caricaturas. Em painéis nas unidades de Curitiba e São José dos Pinhais (PR) são exibidas caricaturas desses profissionais. E por último, os homenageados recebem vale-compras da empresa nos seguintes valores:

Veteranos 5 anos = R$ 300,00
Veteranos 10 anos = R$ 1.250,00
Veteranos 15 anos = R$ 1.750,00
Veteranos 20 anos = R$ 2.250,00
Veteranos 25 anos = R$ 2.750,00

O Boticário é um dos exemplos de comunicação que codifica seus valores organizacionais em ações para o público interno. Cada passo do programa é ligado a um valor. Esse é o ponto: a estratégia sendo aplicada e relembrada para os públicos de forma cotidiana e marcante.

Ricardo Fasti, no artigo “Esqueçam do endomarketing”, ressalta o que o comunicador deve enxergar no público interno: “O ambiente interno de uma empresa não pode ser caracterizado como um mercado, mas como um organismo vivo que necessita de organização conduzida por impulsos nervosos de significado universal, de sorte que todos os órgãos compreendam seus papéis e ajam em prol de sua perpetuação” (1999, p. 7).

Ações de reconhecimento aos veteranos valorizam o profissional, agregam valor à organização e trazem um sentimento de orgulho e pertencimento.

Por: Cindy Santos

Referências
http://www.boticario.com.br/

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Case BASF - Mudança da Sede

Imagine ter que comunicar aos funcionários que o local de trabalho deles será transferido para outra cidade. É uma situação difícil, com potencial para gerar grande insatisfação e um clima ruim na empresa. Em 2006, a BASF teve que informar seus funcionários sobre a mudança de sede, de São Bernardo do Campo (50% deles habitavam no ABC) para São Paulo. E mais, com a transferência para a Faria Lima, benefícios como estacionamento de graça, fretado e refeitório no local ficaram insustentáveis.

Com uma campanha transparente e aberta, que inclusive ganhou prêmios, a BASF conseguiu minimizar os impactos negativos da notícia e fortalecer o relacionamento com seu público interno e até outros stakeholders.

Desde o início, os funcionários eram comunicados sobre qualquer novidade, inclusive que o edifício Faria Lima Square era um dos que estavam sendo avaliados e que o vale refeição seria um novo benefício. Envolver o público interno em todo o processo é extremamente importante, pois esclarece dúvidas e evita boatos.

A campanha da mudança abrangeu os mais variados veículos de comunicação, sendo eles:
- Comunicação face a face: apresentações para os líderes trazendo os principais pontos
-Liderança informal: palestras para os líderes informais esclarecendo dúvidas
-Correio eletrônico: canal direto para questionamentos dos funcionários, que eram respondidos no prazo de 24 horas
-Boletim eletrônico: atualizações quase diárias sobre o assunto, que também eram impressas e afixadas
-Jornal impresso: principal veículo interno, trouxe uma edição especial sobre a mudança
-Intranet: ágil e constantemente atualizada
-Ações pontuais: um exemplo é a ação Carona Solidária, organizada na própria Intranet
-Boas-vindas: vídeo contando todo o processo e evento no primeiro dia com o presidente da BASF
-Folder para o público externo: apresentação do novo local e convite para uma visita.

A pluralidade de meios de comunicação é a melhor estratégia, segundo Marlene Marchiori (2004), que afirma que não há um canal que atinja a todos, sendo necessário segmentar a comunicação para efetivar o processo e impedir que ele perca a confiabilidade. Uma preocupação adicional foi preservar com a mudança materiais importantes para a memória empresarial da BASF, que contratou uma empresa especializada para fazer essa seleção.

Uma campanha tão completa e bem planejada como essa mostra preocupação e atenção com o público interno, reforçando o relacionamento e trazendo resultados muito positivos. No caso da BASF, houve alto índice de satisfação por parte dos funcionários.

Por: Thaissa Romagnoli

Referência
http://www.basf.com.br/default.asp?id=5205

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Case “Usiminas em Frente”

Sobre a equipe de funcionários, Alberto Ruggiero (2002), afirmou: "Se ela não estiver bem informada, se seus integrantes não se comunicarem adequadamente, não será possível potencializar a força humana da empresa." A Usiminas percebeu essa importância e se transformou em sinônimo de força na linguagem popular. Com mais de 30 mil colaboradores, a empresa buscava um sistema capaz de englobar as diferentes culturas e uniformizar as informações passadas para seu público interno.

Um novo plano de comunicação foi elaborado, denominado “Usiminas em Frente”. A fornecedora de aço para indústria naval e fabricação de linha branca, fez seu planejamento baseado na intenção de que uma só empresa pode atender à diversas demandas prontamente. O projeto teve como principais frentes a comunicação por gestores das áreas, campanhas de comunicação interna e campanhas promocionais.

O “Usiminas em Frente” foi apresentado em 12 cidades, para 250 responsáveis de diversas áreas. Utilizaram veículos como e-mail marketing e apresentação de vídeos explicativos. Criaram o Kit do Gestor, um fichário que continha um manual e um guia de treinamento para ser aplicado na área, de forma que a informação fosse recebida da mesma maneira por todos.

Para a divulgação da campanha, também contaram com informativos nas portas dos elevadores, totens, hotsite, jornal interno, carta direta do presidente e campanhas promocionais. Dentro dessas campanhas, foram realizados vários concursos internos com os funcionários sendo os protagonistas das ações de comunicação, como foi o caso de um comercial veiculado no intervalo do horário nobre na TV.


A iniciativa “Usiminas em Frente” trouxe a importância dos veículos e a maneira uniforme de se comunicar com seu público interno, mostrando como é possível a idéia de uma cultura tão internalizada englobar outras. Trouxe também a possibilidade de interação entre funcionários e aplicação de conceitos passados tornando um hábito diário, dando orgulho para cada um que esteve inserido no projeto.


Por: Luana Gomes

Referência
ABERJE: Comunicação Empresarial. São Paulo, ano 21º, nº 78, Página 87, 2011.

domingo, 9 de junho de 2013

Jornal e revista internos

Um dos veículos mais tradicionais da comunicação interna e que é utilizado na maior parte das empresas é o jornal ou a revista impressos. Com a internet, algumas empresas passaram a utilizar da versão online do veículo, contudo, muitas ainda optam pelo tradicional material impresso, pois abrange mesmo aqueles funcionários que não tem acesso á mesma.

Sobre a quantidade de páginas do informativo, os autores não chegam a um consenso. Aconselha-se que o veiculo não tenha poucas páginas, pois pode demostrar inconsistência, mas que também não tenha muitas páginas, pois pode não ser lido em sua totalidade. Em relação á periodicidade, esse veículo pode ser semanal, quinzenal, mensal, bimestral ou trimestral. Tudo isso irá depender do fluxo das notícias da empresa.

Outro ponto que devemos perceber no informativo é que deve ter um equilíbrio entre as fotos e os textos, além de ter um layout bem definido. Segundo Gilberto Lorenzon e Alberto Mawakdiye: “O estilo de texto e a programação visual sempre merecem atenção especial. Ambos têm de ser marcados pela precisão e pela leveza, com grande equilíbrio entre textos e ilustrações”.

Além disso, outro fator que deve ser levado em conta é a elaboração da pauta. O ideal é que todos os funcionários se sintam a vontade para entrar em contato com a área de Comunicação para sugerir alguma pauta.

Uma tendência que se tem percebido atualmente é que as empresas passam a contar com um veículo eletrônico e um impresso. O veículo eletrônico normalmente é utilizado em casos de notícias que devem ser informadas com maior rapidez e para um público mais específico. Já o veículo impresso pode ter uma periodicidade maior e ser distribuído para um público mais abrangente.

Podemos citar como exemplo disso a Unimed do Brasil, que desde 2001 mantém um jornal eletrônico semanal, o Confidencial, e sua versão impressa bimestral, o Confidencial Brasil. A versão eletrônica do informativo é encaminhada para um mailing formado por dirigentes e profissionais de cargos estratégicos nas cooperativas, que tem a necessidade de saber informações de forma mais rápida. Já o jornal impresso é encaminhado, além dos dirigentes, para os médicos cooperados e alguns outros públicos, os quais precisam ser comunicados das informações da empresa, contudo não é necessário rapidez na informação.

Por: Aline Saito

Referência
Fonte: Manual de Comunicação. Disponível em: <www1.unimed.com.br/portal/download/co/ComunicacaoInterna.doc> Acesso em 04/06/2013.